Grupo Nardini visita Hospital Mahatma Gandhi para conhecer e divulgar o tratamento humanizado

September 24, 2020

 Cleania Barros, Analista de Comunicação e Responsabilidade Social do Grupo Nardini, que envolve indústria e usina conceituadas em nossa região, esteve visitando as dependências do Hospital Mahatma Gandhi e gravou entrevista com Fabiana Herédia, Coordenadora de Serviço Social e Marina Pagliarini da Costa, Coordenadora de Psicologia, abordando, dentre outros assuntos, o Setembro Amarelo, ação de prevenção ao suicídio, que o Hospital vem realizando.

Através dos canais de comunicação interna todos os colaboradores do Grupo Nardini estão tendo acesso à entrevista, que reproduzimos abaixo:

 

Hospital Mahatma Gandhi abre as portas para Nardini e mostra tratamento humanizado

 

 

(Reproduzido do site nardini.ind.br)

 

A Analista de Comunicação e Responsabilidade Social, Cleânia Barros esteve, nesta quinta-feira, 24, no Hospital Mahatma Gandhi em Catanduva-SP para realizar a entrevista para o Podcast em função da campanha institucional da empresa sobre o Setembro Amarelo e aproveitou para conhecer o dia a dia e trabalho realizado pelo local.
Atualmente o hospital, que já possui 51 anos de atuação em Catanduva, atende de forma gratuita 130 pessoas com algum tipo de patologia mental, vícios em substâncias químicas, 10 residentes fixos, que já são idosos em permanente institucionalização, e, recentemente iniciou uma ala pediátrica com crianças e adolescentes de entre 9 e 15 anos. 102 cidades abrangem a área de atendimento. De acordo com a Assistente Social, Fabiana Herédia e Emerson Gonçalves, Coordenador de Captação de Recursos, muitos dos pacientes são de famílias humildes e chegam ao hospital apenas com a roupa do corpo. "As nossas internações acontecem por meio do SUS, então eles muitas vezes não trazem roupas ou qualquer pertence pessoal", disse Fabiana.
Logo, o Hospital conta com doações para suprir este déficit. Emerson afirma que qualquer pessoa que queira, pode ir até o Hospital e deixar sua doação. "Aceitamos roupas em bom estado, sapatos, cobertas, produtos de higiene pessoal como absorventes, lâminas de barbear descartáveis, shampoo, leite, que consumimos bastante por conta dos medicamentos. São 1200 litros por mês" afirmou. Atualmente, o hospital iniciou uma campanha de arrecadação de bermudas de sarja com elástico nos tamanhos G e GG, a meta é arrecadar 100 peças. Quem quiser doar é só entrar em contato com o hospital, ou ir pessoalmente entregar. "Prezamos muito pelo atendimento humanizado, temos grupos de orientação terapêutica, atividades artesanais que podem estimular a profissionalização desse paciente fora do hospital. Uma internação leva cerca de 30 a 40 dias e para nós é muito gratificante ver as pessoas saindo daqui estabelecidas, confiantes de que a vida é boa, por isso nosso slogan é "uma nova vida é possível". As pessoas precisam ter um olhar mais inclusivo quando o assunto é hospital psiquiátrico, ainda existe um receio, e aqui é um lugar de paz, de aprendizado, de cuidado e amor", finalizou Fabiana.
Do lado externo do hospital também há uma loja de artesanato "Dona Angola" que funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h e aos sábados das 8h às 12h. Vale a pena conferir.

 

 

 

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